A obesidade virou a doença do momento. Novos medicamentos surgem todo mês. Guidelines mudam. Pacientes chegam no consultório perguntando sobre Ozempic, Mounjaro, Orforglipron — e esperam que você tenha a resposta.
O problema não é falta de informação. É excesso de informação sem estrutura clínica para aplicar.
Você assiste aulas, lê artigos, vai a congressos. Mas na hora H, com o paciente na frente, ainda bate aquela insegurança:
- — Qual GLP-1 escolher para esse perfil?
- — Como ajustar a dose quando aparecem os efeitos adversos?
- — O que fazer quando falta semaglutida no mercado?
- — Esse paciente tem compulsão — mudo a conduta?
Esse gap entre o conhecimento e a prescrição segura tem um custo. Para o seu paciente. E para a sua carreira.